Cães com Leishimaniose
Cães

A qualidade de vida em animais positivos pra leishmaniose

 

Se você tem um cachorro em sua casa provavelmente já ouviu falar e (obviamente) temeu a leishmaniose. O motivo desse medo é totalmente justificável, uma vez que, além de estarmos num país em que a maioria das regiões é endêmica para esse problema, também há certo “fantasma” dessa doença: o tratamento incerto.

 

Quantas vezes, na clínica, veterinários já se depararam com cenas tristes de tutores que, aos prantos, recebiam a notícia de uma “simples” SUSPEITA de leishmaniose que seu animalzinho possuía? Muito disso se deve à cultura (não tão distante) da eutanásia de animais positivos pra essa enfermidade.

 

O que muitas pessoas não sabem é que hoje em dia há tratamento para cães infectados com a Leishmania. E não só isso: há opções terapêuticas complementares a esse tratamento. Opções que não só ajudam na qualidade de vida do animal como também diminuem os efeitos colaterais da terapêutica oficial.

 

Já não é novidade que a homeopatia traz qualidade de vida para qualquer pet e nesse caso não é diferente. A SigoPet traz um protocolo complementar ao tratamento da leishmaniose, ajudando o animal não só em seu apetite, sono e disposição.

As complicações dessa enfermidade podem ser tratadas com alguns medicamentos da linha:

InfectoSigo: Diminuí os efeitos da infecção no animal, fazendo com que consiga (apesar da infecção) combatê-la e não sofrer tanto com os sintomas da doença.

 

HemoSigo: Além de melhorar a produção de células de defesa do organismo também baliza a produção de hemácias e plaquetas, normalizando os parâmetros bioquímicos necessários para um organismo mais saudável.

 

RimSigo: Atua naquelas formas da leishmaniose que acometem os rins, pois o tratamento leishmaniostático pode causar algum malefício a esse órgão também. O RimSigo vem com o intuito de manter esse órgão saudável, muitas vezes prolongando a vida de seu animalzinho.

 

FortSigo: Aumenta a imunidade do animal como um todo fazendo com que ele consiga se alimentar, dormir bem e esteja com disposição para manifestar o seu comportamento natural, apesar da doença.

 

SkinSigo: Quando a manifestação da doença for cutânea o SkinSigo ajuda a diminuir as lesões de pele de seu animal após promover uma eliminação (limpeza orgânica) homeopática através da pele.

 

Essas são algumas sugestões de como lidar com casos de Leishmaniose, mas obviamente a melhor medida a ser tomada ainda é a preventiva. O cuidado com reservatórios do vetor e uso de coleiras ou medicamentos ou repelentes naturais à base de neem que impeçam o contato do vetor com o animal ainda são as melhores opções. Mas caso seu animal seja infectado, não precisa mais desesperar! Existe vida após a Leishmaniose! E vida com qualidade!

Cães

Giárdia em cães: O problema é maior do que imaginamos!

A cada dia que se passa o cuidado com o bem-estar e saúde de nossos pets passam a ficar mais presente em nossas vidas. O advento dessa atenção também vem a nos favorecer, uma vez que nossos animais podem apresentar alguma doença de potencial zoonótico.

 

Quando falamos de zoonose é importante não perder de vista um pequeno parasita que é tão comum em certas regiões do Brasil, mas que pode estar acometendo todos integrantes de nossas casas: a giárdia.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a giardíase acomete mais de 200 milhões de pessoas todos os anos e no Brasil, 6 de cada 10 cães acabam infectados.

 

Mas como a giárdia afeta nossos queridos pets? O principal sinal clínico do animal acometido com esse protozoário é a diarreia. O problema é que animais que possuem reincidência podem desenvolver a síndrome da má absorção, patologia que traz consequências no estado nutricional de nossos amigos peludos!

 

E a pergunta que não quer calar: o que fazer diante de uma enfermidade tão prevalente? Hoje em dia há uma gama de tratamentos para a giárdia, muitas vezes através de propriedades químicas e citotóxicas. Mas a melhor solução para esse problema tão comum em nosso país, sem dúvidas, é a prevenção.

 

Para prevenção é indicado tomar cuidado com a água ingerida e com o destino dos dejetos de nossos animais. Ainda não pareceu tão simples assim, não é mesmo?

 

 

Quando falamos de parasitologia é sempre importante a imunidade do animal estar em dia, justamente o objetivo maior da homeopatia, através do FortSigo que traz o animal para seu equilíbrio, para a saúde. Por isso, a homeopatia é uma ótima prevenção para nossos animais em áreas endêmicas, uma vez que diminui a carga parasitária de maneira natural, sem efeitos colaterais e melhorando a saúde do pet como um todo!

 

 

 

 

Para a prevenção assertiva da giardíase o VermSigo é um produto homeopático que além de ter prevenir, em casos agudos é tratamento eficaz!

 

 

A prevenção é nossa maior arma contra esse parasita tão comum e inconveniente. Antes que nossos animais fiquem doentes, vamos tratá-los para que eles possam evitar tal mal que pode acometer nossa casa inteira!

Saúde e Bem Estar

O que é homeopatia e como se encaixa na medicina veterinária?

A homeopatia surgiu há 200 anos, através de Samuel Hahnemann, médico alemão que se recusava a aceitar que a medicina se resumia a cuidados paliativos que tratavam os sintomas e não a causa das doenças.

Hahnemann dedicou sua vida a essa ideia de saúde única, o que deu origem a essa medicina que hoje em dia ainda traz dúvidas para muitas pessoas.

Para falar de homeopatia temos que falar de seus quatro pilares, mas antes vamos a uma breve história:

Chegou ao conhecimento de Hahnemann um estudo feito por Cullen, no Peru, que a semente da planta quinquina (China officinalis) possuía propriedades terapêuticas e ajudava no tratamento de malária. A justificativa? Por ser branca e amarga! Hahnemann então percebeu que na realidade esse potencial terapêutico poderia se dar por outro motivo: a semelhança dos sintomas da febre amarela com os sintomas apresentados por quem tem intoxicação pela Quinquina.

Baseado em seus conhecimentos de alquimia Hahnemann resolveu diluir e dinamizar essa semente, de maneira que ela não possuísse mais propriedades tóxicas, mas apenas gerasse sintomas brandos, quase artificiais, de sua intoxicação. E experimentou nele mesmo. O resultado foi o que ele esperava: a simulação dos sintomas da malária.

Após isso ele fez uma série de experimentos em indivíduos sadios, testando essas soluções ultra diluídas e dinamizadas, de diversas origens (animal, vegetal e mineral) dando origem assim a matérias médicas de cada medicamento (e depois transformadas em repertório, por Kent), que quando observados em indivíduos saudáveis, indicariam qual o medicamento para curar o indivíduo doente, com os mesmos sintomas.

Nessa pequena história já observamos aí os quatro pilares da homeopatia, que são:

  1. Lei dos semelhantes: Provavelmente o que instigou Hahnemann a investigar esse método terapêutico, dando origem à homeopatia. Baseou-se na lei natural de cura Similia similibus curantus (sejam os semelhantes curados pelos semelhantes) enunciada por Hipócrates no século IV a.C.
  2. Experimentação em homem são: Parte do principio que as substâncias que, em doses ponderáveis, forem capazes de provocar no indivíduo aparentemente sadio um conjunto de sintomas, podem igualmente, em outros indivíduos doentes e sensíveis, fazer desaparecerem os sintomas semelhantes.
  3. Ultra diluições: Os medicamentos homeopáticos são ultra diluídos para que não seja gerada uma patogenia, apenas gere pequenos estímulos para que o organismo consiga por meio da ação secundária, alcançar a cura do organismo.
  4. Medicamento único: apenas quando experimentando um medicamento por vez que Hahnemann poderia conseguir uma descrição fidedigna da patogenesia de cada uma das ultra diluições. Isso foi necessário para a posterior identificação de qual o medicamento correto para cada conjunto de sintomas que cada enfermidade apresenta em indivíduos doentes.

Hahnemann possui vários livros além de “A matéria médica pura” (que até hoje é usado por todo homeopata unicista), como o“Doenças crônicas” e o mais importante de todos: “Organon da arte de curar”, que é a sistematização de toda a ciência homeopática.

E como a homeopatia se encaixa na medicina veterinária? Simples: para o início da catalogação de sintomas, Hahnemann precisava de humanos, seres conscientes que pudessem descrever o que sentiam e todos esses relatos se aplicam a qualquer ser vivo, não sendo espécie-específicos.

Resumindo: a homeopatia é uma medicina, como outra qualquer, que exige conhecimento, especialização e certificação na área. Sem dúvida é uma ferramenta a mais que todo profissional da área da saúde deveria possuir em sua “maleta de recursos”.

Abaixo há um vídeo de uma explicação mais aprofundada desses conceitos:

Até o próximo post 🙂