Cães, Fofurices

MUITO MAIS QUE UM SORRISO

Ela é muito mais que um simples sorriso,
É uma alma terna, infantil…
É companheira, é brincalhona…
É carente, é pidona…
É gordinha, é sedosa…

Ela é muito mais que uma amiga,
É confidente, compreensiva…
É fiel, é leal…

Ela é muito mais que uma cachorrinha,
É a luz do meu dia…
É a filha que o AMOR me deu…
É a ternura que faltava, na vida tantas vezes atribulada…
É o ser mais iluminado que poderia ter ao meu lado…

Essa é a Margô e ela é muito mais que um Sorriso!

Feliz Aniversário Filha!!!

Cães, Fofurices

NYNNA, FELIZ ANIVERSÁRIO!

Ela é parecida comigo, todo mundo confunde a gente, é pequenininha, baixinha e quando andamos juntas na rua todos perguntam se somos mãe e filha…

Ela é atentada, comeeeeee como se não houvesse amanhã, me perturba desde que chegou, morde minhas patas, minhas orelhas, tenta pegar meus brinquedos, ronca como nunca na vida ouvi nenhum cachorro roncar…

Desde que ela chegou toda a atenção da família foi dividida, os “oinsss” e petiscos passaram a duplicar e acabamos por partilhar a afeição de todos.

Hoje é Aniversário de 1 Aninho da Nynna, minha melhor amiga que acaba por ser minha tia na árvore genealógica da nossa família.

Explicando, a Nynna é filha da minha avó (que é mãe da minha mãe), então acaba sendo minha tia…meio confuso né?!

Além de ser minha melhor amiga, ela é motivo de muita alegria em nossa Equipe, é alegre, espevitada e recebe carinhosamente o apelido de “Porquinho” pois além de comer em excesso é uma máquina de Roncos!

Feliz Aniversário Nynna, eu te amo muito!

Lambidas, Margô.

 

Cães, Saúde e Bem Estar

O DIA EM QUE A MARGÔ FICOU CEGA – 2ª PARTE

Minha Zoiudinha Linda!

No post anterior relatei como a Margô ficou cega de um dia para o outro e hoje vou terminar de contar a história com um questionário exclusivo do oftalmologista veterinário que curou minha Gordinha.

Como disse anteriormente, eu queria muito uma segunda opinião sobre a cegueira repentina da Margô, foi quando em uma conversa com meu sogro ele indicou o Dr. Jorge Pereira.
Imediatamente liguei para ele e acreditem, só de falar com ele já me senti mais calma… Marquei a consulta para o dia seguinte e lá fui eu novamente com minha “Goti”  e dessa vez com o coração cheio de esperança.
Na consulta ele me informou que precisaríamos fazer um exame para descartar uma doença chama SARDs (mais abaixo ele explica do que se trata), mas que aparentemente deveria ser uma doença chama Retinite Imuno Mediada. Hein??? Pois é…Nunca tinha ouvido falar.
Falou também que se fosse realmente Retinite eu poderia ficar mais tranqüila pois teríamos como tratar e quem sabe reverter a cegueira.

Já nessa consulta o Dr. Jorge resolveu medicar a Margô como se ela realmente tivesse essa Retinite e comecei o tratamento imediatamente.

Nos dias que seguiram corri com os exames pré operatórios, pois a eletroretinografia (exame que ela teria que fazer) necessitava de um certo nível de sedação.

Já nesses dias eu achei que a Margô estava enxergando um pouco, ela começou a seguir os movimentos das nossas mãos e dos brinquedos, estava mais alegrinha e ao fazer o teste com a lanterna a pupila dela também estava respondendo à luz.

Fiquei muito feliz, os medicamentos estavam ajudando!!!

Voltei então ao consultório do Dr. Jorge na semana seguinte e após o exame ele confirmou, a Margô tinha tido um episódio de Retinite Imuno Mediada.

Para falar sobre essa doença, ninguém melhor que o Dr. Jorge, especialista no assunto.
Confira abaixo.

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Zen Animal: O que é Retinite Imunomediada (RIM)?
Dr. Jorge: Trata-se de uma doença recentemente descoberta, que causa perda da função dos fotorreceptores cones e bastonetes e, em alguns casos, até mesmo cegueira.
É uma doença muito similar à conhecida Degeneração retiniana adquirida súbita (SARD), que ocorre quando os animais produzem auto anticorpos que atacam as células retinianas. Estes anticorpos destroem por engano as células da retina ao invés de destruírem, por exemplo, células cancerosas ou outras que precisem ser eliminadas do organismo.
Basicamente, o que diferencia a SARDS da retinite imuno mediada (RIM) é que na SARDS estes anticorpos são produzidos no olho. enquanto que na RIM, podem ser produzidos em qualquer lugar do organismo e atravessar a barreira sanguínea para atingir o olho.

Zen Animal: Como é feito o diagnóstico?
Dr. Jorge: Diante de um paciente apresentando uma história de cegueira abrupta ou súbita, o diagnóstico se baseia na eliminação de outras causas para doenças de sintomas semelhantes. Não se encontrando uma causa específica e, não sendo possível diagnosticar a SARDS, supõe-se que se esteja diante de um caso de RIM.

Zen Animal: Qual era o quadro clínico da Margô quando ela chegou?
Dr. Jorge: Margô chegou com a história de suspeita de cegueira nos últimos dias que, no dia da consulta, já se configurava em uma cegueira total. Faltava descobrir se seria reversível ou não.

Zen Animal: Essa doença é comum em Bulldogs?
Dr. Jorge: Temos visto estas doenças em raças pequenas em geral. Muitas vezes ouvimos relatos de ganho de peso ultimamente, bebendo mais água que o normal e, da mesma forma, urinando mais, pupilas dilatadas e não responsivas à luz do dia, entre outros.

Zen Animal: Essa doença pode ser hereditária?
Dr. Jorge: Embora não se possa afirmar com certeza, há fortes evidências de que tenha um caráter hereditário envolvido, uma vez que é observada em linhagens de algumas das raças acometidas

Zen Animal: Essa doença também pode acometer gatos?
Dr. Jorge: Não tenho conhecimento de situação similar em gatos, nos quais a cegueira súbita é mais comum (após tratamento com um antibiótico à base de enrofloxacino).

Zen Animal: É comum acontecer quando o cachorro é novinho? A Margô tinha apenas 1 ano e 2 meses quando isso ocorreu.
Dr. Jorge: Sim, é possível ocorrer em animais bem jovens. Na grande maioria ocorre até os 6 anos de idade, o que, para raças pequenas, é uma idade de juventude.

Zen Animal: Ela pode voltar a ter episódios de cegueira?
Dr. Jorge: É importante saber que os episódios podem se repetir no decorrer da vida. A cada episódio, supostamente, a recuperação será menor com perda maior da função visual.

Zen Animal: Qual o tratamento indicado nos casos como o da Margô?

Dr. Jorge: Sendo uma doença imunológica (imuno mediada), o tratamento basicamente é através de imuno supressão e anti inflamatórios.

Zen Animal: Qual dica você pode dar para as pessoas que convivem com cães ou gatos com deficiência visual?
Dr. Jorge: Primeiramente não desistir da visão do animal. Muitas vezes proprietários de animais cegos simplesmente aceitam o fato e deixam a vida ir adiante. Nestes casos de cegueira irreversível, existem muitas dicas de manejo disponível na web, para entender e aprender a lidar com um animal cego. No entanto, o mais importante é o proprietário, responsável, não aceitar, simplesmente, a cegueira do seu animal de estimação. Quem sabe ele ainda tenha a chance de voltar a ser feliz? Procure um Oftalmologista Veterinário.

Jorge Pereira, Oftalmologista Veterinário graduado pela UFF em 1980, pós graduado pelo Caspary Research Institute, NY, em 1990, e pelo Harbour UCLA, Los Angeles, em 1996. Mestre em Ciências pela UFRRJ e com projeto de doutoramento em andamento. Diplomado Oftalmologista pelo colégio Brasileiro de Veterinários Oftalmologistas (CBOV) e pelo Colégio Latino americano de Oftalmologistas Veterinários (CLOVE). Diretor do CEPOV Rio e do CEPOV Teresópolis.

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Esse ai na foto é o Dr. Jorge com seu cachorrinho lindo! Se você quiser conhecer mais sobre o trabalho desse profissional maravilhoso, é só clicar na foto. O Dr. Jorge atende no Rio de Janeiro – RJ.

Hoje a Margô faz uso de uma vitamina especial para a visão e a recomendação do Dr. Jorge é que ela tome essa vitamina para o resto da vida.

Foi um grande susto para todos nós, mas como toda dor gera um aprendizado, resolvi relatar esse caso aqui no blog para que outros cãezinhos ou gatos possam ser ajudados.
Ser mãe de cachorro (ou gato) também é uma grande responsabilidade. Cães e Gatos não sabem ir ao veterinário sozinhos, portanto, estejam atentos aos sinais que seus bichinhos por ventura possam apresentar.
São vidas que estão em nossas casas e somos responsáveis por sua saúde e manutenção.

Jamais abandone seu filho de quatro patas caso ele apresente alguma doença ou alguma deficiência, com a ajuda de bons profissionais sempre é possível encontrar um caminho e eles merecem nosso apoio até o fim!

Cães, Saúde e Bem Estar

O DIA EM QUE A MARGÔ FICOU CEGA – 1ª PARTE

Olá pessoal, hoje vou contar para vocês um grande susto que a Margô nos fez passar em Outubro do ano passado.
Espero que esse relato possa ajudar muitos leitores e seus animaizinhos.Vou dividir o relato em 2 partes, a minha e a do especialista que salvou minha filhota.

A Margô sempre foi muito expressiva e tem olhinhos encantadores. Em um período de 1 semana mais ou menos reparei que ela estava nos olhando com uma carinha de assustada, com os olhos esbugalhados e sem brilho mas acabei não dando muita importância e ainda achava engraçado quando ela nos olhava com aqueles olhões, nos primeiros dias nos renderam boas risadas e depois muitas lágrimas…

Reparem no esforço para enxergar

Nesse mesmo período reparei que ela estava um pouco cabisbaixa e não estava querendo se alimentar direito, achei muito estranho mas não tomei nenhuma atitude pois aparentemente era apenas uma indisposição por conta do calor.

Nesse mesmo final de semana viajamos para a casa de praia junto com a Nynna, a Bulldoguinha da minha mãe, ela e a Margô se amam… Porém, reparei que a Margô não estava muito animada para brincar, mesmo com toda a insistência da Nynna que ainda é filhote. Resolvi então brincar com a bolinha preferida dela e comecei a jogar para que ela e Nynna buscassem. Mesmo jogando diversas vezes a bolinha ela não a encontrava, corria na direção mas não a encontrava… Reparei também que ela começou a esbarrar nas portas e em alguns objetos e resolvi então fazer um teste aproximando um pedaço de madeira, com a intenção de jogar em seu rosto, ela não esboçou nenhuma reação. Os olhos estavam ainda mais sem brilho que nos dias anteriores.

Era um fato, a Margô estava cega!

Olho sem brilho

Não consigo expressar em palavras como fiquei angustiada, meu coração disparou e pedi para a família toda verificar se não era um engano meu, mas todos concordaram comigo, ela não estava mesmo enxergando.

Imediatamente comecei a procurar os melhores especialistas em Oftalmologia Veterinária no Rio de Janeiro e no dia seguinte fui para a consulta com a minha gordinha. Estava com esperança de que fosse Catarata Juvenil, doença aparentemente comum em Bulldogs, e assim me agarrei nessa idéia. Porém, logo que o veterinário começou o exame clínico ele disse que não era catarata, nem Glaucoma, e que isso era muito ruim pois poderia ser um problema neurológico. Afirmou que ela estava 100% cega e que o prognostico não era bom, que talvez ela nunca voltasse a enxergar. Cai em prantos no consultório, eu não queria acreditar que minha bebêzinha, com apenas 1 ano e 2 meses estivesse cega, e ainda com suspeita de problema neurológico. Sai do consultório arrasada!

Começamos então a ler tudo sobre cães cegos e resolvemos fazer da vida dela a melhor possível, adaptar a casa e tudo que vocês possam imaginar… mas eu queria uma segunda opinião.

Foi quando um anjo apareceu em nossa vida e isso eu conto pra vocês na 2ª parte dessa história.

Cães, Fofurices

DIÁRIO DA MARGÔ – AMIZADE

Hoje aprendi uma coisa interessante com minha mãe… Ela me disse que nem sempre as pessoas estão de bom humor e que as vezes, por mais que a gente queira agradar e fazer amizade, o outro lado pode não estar muito disposto. Engraçado levar isso para o mundo canino mas é exatamente o que acontece.

Sempre gostei muito de passear e geralmente vou na rua 2x ao dia. Mamãe diz que sou simpática demais com TODO MUNDO, todos os animaizinhos, todas as pessoas, todas as plantinhas… Mas infelizmente nem sempre sou bem recebida, sabe?!

Quando vejo um ser humano eu vou logo rebolando pra ver se consigo um cafuné, fico encarando a pessoa com meu olhar de “bulldoguinha do shrek” e pedindo atenção e muitas vezes consigo o que quero, mas as vezes tem gente que finge que não existo…
Eu fico meio triste mas continuo rebolando procurando alguém mais simpático…hehehehe

Mas o que realmente me deixa chateada, são os cachorrinhos que não querem brincar comigo, alguns latem muito e rosnam pra mim e eu não consigo entender o porquê.
Mamãe diz que o ideal é que ela sempre pergunte pro humano se o cachorro gosta de fazer amizade ou não pois assim problemas podem ser evitados. Mas mesmo assim eu já quase perdi minha vidinha com uma São Bernardo grandona (um dia conto essa história pra vcs).

Eu tô contando isso tudo porque hoje fui tentar fazer amizade com 2 cachorrinhos pequenos na rua e quase tomei uma mordida. Mas a vida é assim mesmo né?

O bom disso tudo é que sempre encontramos aqueles que têm o coração enorme, é o caso desse grandalhão ai da foto. Ele se chama Pit e é um Pitbull lindo e carinhoso que tem aqui na rua. A mamãe tirou várias fotos do dia que a gente se conheceu… não se espantem com a minha cara de assustada, foi só a primeira impressão…hehehehehehe

Com o Pit eu aprendi que não devemos julgar ninguém pela aparência e muito menos se chatear quando alguém não gostar de você. Afinal, é impossível agradar todo mundo, mesmo sendo fofinha que nem eu.

Lambeijos!

Opa Pit, vai devagar que sou pequenininha…rs

 

Pit posando para a mamãe bater a foto

 

Dando uma cheiradinha, é assim que nós cachorros dizemos “Oi”…

 

Cães, Fofurices

DE ONDE VEIO O COELHINHO DA PÁSCOA

Oi Amiguinhos,

Vocês já devem ter visto minhas fotinhos com orelhinhas de coelho por aí. Tá bem, tá bem…eu admito que fiquei bem fofinha…hehehehehehe
Acontece que fiquei curiosa para saber por que o Coelhinho é associado à Páscoa.
Fui pesquisar e descobri algumas coisas bem interessantes, dá uma olhada no texto que encontrei durante minhas pesquisa. Zen Animal também é cultura 🙂

O Coelho da Páscoa é um símbolo que tem origem em mitos e ritos germânicos e em sua articulação com a tradição cristã na Idade Média.

Hoje em dia, sobretudo nos países ocidentais, o símbolo do coelho é, seguramente, um dos mais associados à data da Páscoa, apesar de não estar atrelado ao significado cristão propriamente atribuído a essa data, isto é, a Ressurreição de Cristo. Para compreender os motivos dessa associação e, mais, para compreendermos o porquê de o coelho ter a “função” de “trazer os ovos” – hoje em dia, de chocolates – da Páscoa, precisamos revistar a história.
O coelho é um animal que simboliza fertilidade graças à sua intensa prática reprodutiva. Desde civilizações bem antigas, como a egípcia, a ligação entre coelhos e fertilidade, primavera, nascimento, etc., é estabelecida. Na Europa, os povos germânicos, que habitavam a região norte – atualmente, a Alemanha –, possuíam uma narrativa mítica sobre uma deusa da fertilidade cujo nome era Ostara. O coelho era símbolo do culto a essa deusa, posto que, passado o inverno e tendo início o período da Primavera (estação que simboliza o “renascimento”, a floração, a fertilização), os coelhos eram, com frequência, os primeiros a saírem de suas tocas e começarem a reproduzir-se.

Aos coelhos, símbolos de Ostara, as tradições rituais germânicas associaram a prática de entrega de ovos de aves pintados com tintas para as crianças. Essa prática valia-se do subterfúgio da “caça do coelho”. No momento em que iam caçar os coelhos, as crianças encontravam, escondidos nos campos, os ovos adornados. A cidade de Ostereistedt, na Alemanha, leva esse nome em razão da referência a essa prática.
No período da Idade Média, o culto à Ostara e à estação da Primavera logo passou a ser associado à Ressurreição de Cristo, em face da cristianização dos povos bárbaros. No entanto, a assimilação do mito germânico pelo cristianismo não implicou a abolição total dos ritos a ele associados. A prática da entrega de ovos passou a ser relacionada, portanto, à Páscoa, e não mais à deusa Ostara.
Com a leva de migrações alemãs para o continente americano, essa prática generalizou-se. Os mais antigos registros sobre a lenda alemã do coelho que traz os ovos para as crianças datam de 1678.
(Por Me. Cláudio Fernandes – Site Brasil Escola)

Enfim pessoal, o importante é que as famílias estejam unidas durante a páscoa e que não esqueçam jamais que também fazemos parte da família, né?
Quem gostou das orelhinhas, é só correr na nossa Loja, ainda temos algumas disponíveis nas cores Rosa e Azul.
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Lambeijocas,